Textos de várias pessoas copiados, plagiados, modificados, sem crédito... o mesmo blablablá de sempre no Metade de ontem.
Update:
Retribuindo a presteza de Candice, retiro deste post minhas palavras rudes (que não combinam conosco). Todas as vezes eu espero que seja a última e não é diferente agora. Sigamos.
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Um pouco sobre...:
"O rosto tranqüilo de um sonho bom acomodado em travesseiros. Braço esquerdo agarrado a um deles. A delicadeza das pontas dos dedos flutuando sobre o lençol vermelho. A nuca. Os ombros. As marcas do sol. O movimento quase imperceptível da respiração. A perna atrevida rompendo em “v” a nudez disfarçada sob uma ponta de ideogramas. Fotografia perfumada. Presente para os olhos que despertam mais cedo."
Sergio Fonseca
originalmente publicado em Papel de Pão, 12/03/2007 às 10:54h.
Estou usando o texto acima como um modelo, já que era um dos casos. Se existe em algum lugar a cópia fiel (às vezes infiel) tanto da foto quanto do texto, deveria existir o endereço. Outro dia eu recebi um e-mail com informações que eu considerei inadequadas. Retornei à pessoa que enviou pedindo que fizesse o mesmo com quem havia enviado tais informações a ela. Considero este um procedimento simples e de extrema importância para que certas coisas e modos de agir não se alastrem feito epidemia. Eu não tenho este blog para fazer estardalhaços públicos de minhas indignações. Fico irritada quando me sinto obrigada a tal procedimento.
Gostaria muito de nunca mais voltar ao assunto. Quem dera eu consiga que jamais volte a acontecer. Neste momento, o que me importa é que as pessoas pensem a respeito. De verdade. Especialmente as pessoas adultas, especialmente se existir neste universo de pessoas maduras e responsáveis um olhar sobre o universo em formação, onde crianças e adolescentes estão atentos ao comportamento de quem admiram. Sinto dor por este mundo em que tudo se torna banal.
Abaixo segue uma pequena lista de "uns poucos textos" meus e de Juliana Brina que encontrei sem crédito (já devidamente deletados conforme solicitamos). Talvez eu tenha exagerado em meus gritos de horror, verdade. Talvez não, a julgar pela quantidade de linhas encontradas dentro de aproximadamente um mês e observando que o site existe há três anos. Eu não poderia vasculhar e procurar identificação de tudo. Só poderia imaginar (pela amostra) que há algo de errado no ar. Gostaria de ter usado um canal diferente para meus protestos, lamentavelmente não há canais abertos: outro problema. Claro que não me diz respeito o modo como as pessoas tratam de seus assuntos particulares. Mas eu queria de verdade tratar de algo que me diz respeito. E foi a minha tentativa. Continua sendo. Aí estão alguns dos textos. Não posso afirmar que seja tudo. Mas aconselho aos amigos que procurem os seus.
Nebulosidade
Vestido amarelo
Amanheceu
De costas
Falar de quê
Entre parênteses
Dá licença
Chuva de flores
Entre as sobrancelhas e os cílios
Ao amanhecer
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